Pois é, para o dia mundial do rock o som foi bem apropriado. Conforme já dei um toque, agora é AC/DC vendendo carrão para nós, quarentões bem sucedidos. Daqui a uns 20 anos vai ser a vez de usarem “Oh Ana Juuuuliaaaa,aaa,aaaa.”
Mas o fato é que essa propaganda é bem bolada. O cara que dirige o carro na resposta dela, fez por merecer, já que provocou a “inocente executiva jovenzinha”. Bem rock’n'roll.
conforme tinhas dado “pala”, (no post Abaixo o Rock Panda) os caras estão usando AC/DC mesmo…Nem tinha reparado, pois há anos não vejo TV, e quem me falou desse comercial foi meu irmão Rodrigo. É meu amigo…”Múmias”, como falam os Titãs.
Sobre a tua opinião, divirgo. Tive outra leitura, que até tentei dar pistas no título, mas vamos lá.
Acredito que o nosso amigo executivo não “falou” literalmente à mesa o que se passava na sua cabeça. Me deu a impressão de um pensamento, um flash mental. Além do mais creio que nesses ambientes corporativos não ficaria bem esse tipo de “declaração espontânea” por parte do nosso pupilo. Pegaria mal. Além de ser uma cantada de 5ª categoria.
Tomando-se esse viés, conclui que a “mocinha inocente” também se pronunciou verbalmente, mas tamém imaginou uma cena.
Interessante notar então as duas maneiras que nosso pupilos encararam a coisa…
Seria um olhar “feminino” sobre o caso, versus o olhar masculino? Mais instigante ainda é que se, tudo não pasou de pensamentos, é o igualitarismo do rapaz em contraponto com o senhorio da moçoila…Meio sinistro…
Como diz outro conviva deste Blog, nosso querido João Macruz:
Metaforicamente falando, os dois pretendem estar montados numa pica gigante com quatro rodas. O homem prefere na frente e a mulher prefere atrás.
O inconsciente coletivo é uma baixaria só….
Querido Edu,
Acho bem interessante a sua interpretação do filminho. Não tinha pensado sob esse ponto de vista e acho totalmente plausível. De qualquer forma, um não exclui o outro: são modos diferentes de ver/sentir. O interessante é que ambos só reforçam a boa qualidade da peça publicitária (enquanto peça publicitária, veja bem), conforme minhas observações. E aí entra minha total concordância com o alerta do Fernando que se completa com as observações de Ziri: o (ab-uso) do inconsciente coletivo (para fins de venda) é uma baixaria só; ou sintetizando na sua citação do João Macruz: inocentes somos nós.
Grandes abraços a ti e a todos os convivas de seu instigante blog.
Pois é, para o dia mundial do rock o som foi bem apropriado. Conforme já dei um toque, agora é AC/DC vendendo carrão para nós, quarentões bem sucedidos. Daqui a uns 20 anos vai ser a vez de usarem “Oh Ana Juuuuliaaaa,aaa,aaaa.”
Mas o fato é que essa propaganda é bem bolada. O cara que dirige o carro na resposta dela, fez por merecer, já que provocou a “inocente executiva jovenzinha”. Bem rock’n'roll.
Querido Luís,
conforme tinhas dado “pala”, (no post Abaixo o Rock Panda) os caras estão usando AC/DC mesmo…Nem tinha reparado, pois há anos não vejo TV, e quem me falou desse comercial foi meu irmão Rodrigo. É meu amigo…”Múmias”, como falam os Titãs.
Sobre a tua opinião, divirgo. Tive outra leitura, que até tentei dar pistas no título, mas vamos lá.
Acredito que o nosso amigo executivo não “falou” literalmente à mesa o que se passava na sua cabeça. Me deu a impressão de um pensamento, um flash mental. Além do mais creio que nesses ambientes corporativos não ficaria bem esse tipo de “declaração espontânea” por parte do nosso pupilo. Pegaria mal. Além de ser uma cantada de 5ª categoria.
Tomando-se esse viés, conclui que a “mocinha inocente” também se pronunciou verbalmente, mas tamém imaginou uma cena.
Interessante notar então as duas maneiras que nosso pupilos encararam a coisa…
Seria um olhar “feminino” sobre o caso, versus o olhar masculino? Mais instigante ainda é que se, tudo não pasou de pensamentos, é o igualitarismo do rapaz em contraponto com o senhorio da moçoila…Meio sinistro…
Como diz outro conviva deste Blog, nosso querido João Macruz:
“Inocentes somos nós.”
Abraços e saudades
Onde lê-se:
“Tomando-se esse viés, conclui que a “mocinha inocente” também se pronunciou verbalmente, mas tamém imaginou uma cena.”
o correto é:
“Tomando-se esse viés, conclui-se que a “mocinha inocente” também não se pronunciou verbalmente, mas também imaginou uma cena.”
É meus amigos às vezes não há muita poesia não…Não posso viver sem ela, porém não posso me confundir com ela.Poesia.
Metaforicamente falando, os dois pretendem estar montados numa pica gigante com quatro rodas. O homem prefere na frente e a mulher prefere atrás.
O inconsciente coletivo é uma baixaria só….
Querido Edu,
Acho bem interessante a sua interpretação do filminho. Não tinha pensado sob esse ponto de vista e acho totalmente plausível. De qualquer forma, um não exclui o outro: são modos diferentes de ver/sentir. O interessante é que ambos só reforçam a boa qualidade da peça publicitária (enquanto peça publicitária, veja bem), conforme minhas observações. E aí entra minha total concordância com o alerta do Fernando que se completa com as observações de Ziri: o (ab-uso) do inconsciente coletivo (para fins de venda) é uma baixaria só; ou sintetizando na sua citação do João Macruz: inocentes somos nós.
Grandes abraços a ti e a todos os convivas de seu instigante blog.
Caros
Penso que a “chave” está no final da peça publicitária: o tolinho “fez por merecer” acabar sendo o chofer (ou o motorista, como queiram) dela.
Afinal, presumiu – e ainda perguntou todo meloso – que o seu próprio pensamento seria reciprocamente pensado por ela.
Mais um que faz parte do “clube” dos inocentes…
Abração a todos.